Imunidade. Como aumentar a sua

Acompanhamos todos os dias, pelos meios de comunicação, notícias que confundem a nossa cabeça e observamos com clareza o veneno que a mídia espalha. É incrível, constatar o foco e, a direção que levam todas as informações apresentadas em cada jornal ao longo do dia, onde aparece apenas a parte visível da situação em evidência, e não a real e verdadeira causa de tudo.

Quem hoje no Brasil e no mundo está se sentindo seguro? Estamos cercados de quebra cabeças, a começar pelos mosquitos e infelizmente, o repelente não imuniza, portanto, não existe prevenção segura. Condição que leva qualquer ser humano ao desgaste e stress crônico, ao saber que a dengue vem acompanhada de outras famosas, Zika e Chikungunya, além da história do Guiliam Barré, instalando inquietação e medo. A gripe H1N1 protagonista da gripe espanhola em 1918 e, da gripe suína em 2009 está de volta, muito mais forte, em 2016. Segundo o último boletim epidemiológico do Ministério da Saúde, o vírus influenza  já provocou muitos óbitos e também inúmeros casos graves, os meios de comunicação veiculando e sinalizando nova epidemia. Além da crise política no país, que tomou uma dimensão assustadora, sem que, ao menos, pudéssemos pedir para alguém com poder e influência, parar. Parar com tudo que está trazendo medo, insegurança e insatisfação para o povo.

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Fobias

Em 1970, Marks classificou os quadros fóbicos em agorafobia, fobia social e fobias específicas. Contudo, essa classificação apresenta problemas com a falta de limite claro entre os quadros fóbicos e outros transtornos ansiosos, especialmente, transtorno do pânico e transtorno obsessivo compulsivo. Envolve também quadros fóbicos e outros transtornos psiquiátricos, especialmente, transtorno do humor.

Além disso, há grande variação de gravidade, medos transitórios infantis de pequenos animais, até pacientes, cuja insegurança e esquiva fóbica tornou impossível sair de casa, ou mesmo da própria cama. Casos mais leves podem ser fronteiriços com medos razoáveis e adaptativos inerentes ao ser humano, principalmente, quando nos defrontamos com estímulos novos ou, potencialmente, perigosos. A divisão entre o normal patológico não é nítida, sendo o desempenho de funções a critério para essa separação.

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Fisiologia Humana

A Fisiologia é a parte da Biologia responsável pelo estudo das funções e das atividades exercidas por cada estrutura de um organismo vivo. Este estudo iniciou-se na Grécia por volta de 2500 anos atrás. Uma das figuras mais influentes no campo da Fisiologia da Antiguidade foi Cláudio Galeno (129-200 d.C.). Para estudar um organismo, não basta saber quais são os órgãos que o compõem, é fundamental compreender todo o seu funcionamento e as atividades desenvolvidas por cada uma dessas estruturas. Essa doutrina partia da ideia de que o corpo era formado por quatro diferentes fluidos: sangue, fleuma, bile amarela e bile negra. Segundo esse médico, o coração, o fígado e o cérebro eram os principais órgãos do corpo humano.

Outro destaque é Andreas Versalius (1514-1564), que publicou, em 1543, a obra intitulada “De Humani Corporis (corpo humano)”. Um grande marco tanto no estudo da Anatomia como para a Fisiologia moderna, desde então inicio-se uma nova forma de compreender o funcionamento do corpo.

Outro estudo que merece destaque é o de William Harvey (1578-1657). Ele propôs a teoria de que o sangue circulava por todo o organismo graças ao bombeamento garantido pelo coração. Até esse momento, a teoria mais aceita afirmava que o sangue era constantemente produzido, e não que ele circulava.

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